Veja nosso bate-papo com a cacheada Sanny

Veja nosso bate-papo com a cacheada Sanny

7 min

Hoje nosso bate-papo será Sanny que desde janeiro produz conteúdo adulto, encanta os espectadores com seus lindos cachos e ama o que faz. Assim, corajosa e determinada, ela deixou para trás a área da moda para descobrir novas versões de si mesma todos os dias e conhecer pessoas incríveis nesse nicho. Então, vamos conhecer melhor a nossa entrevistada Sanny?

Fora da plataforma, como você se define? Conte um pouco sobre a sua história até o momento em que decidiu investir nessa área.

Me defino como uma mulher sonhadora. Sempre fui independente, busquei novos aprendizados e conhecimentos. Minha antiga área de atuação era Moda e Vestuário e minha última formação foi como Produtora de Moda, em agosto de 2023.

No fim do ano passado, ao realizar um ensaio fotográfico sensual, com incentivo do meu esposo, comecei a me interessar pela criação de conteúdo adulto. Em dezembro tudo começou. E sigo há 10 meses, gostando muito do que faço e descobrindo muitas versões novas (de mim) todos os dias. Também conheci pessoas incríveis nesse período!

Quais são seus hobbies?

Eu amo ouvir música, sério, sou apaixonada. Desde momentos em casa nas horas vagas, seja trabalhando, ou me divertindo. Também gosto de viajar e já conheci lugares e culturas incríveis. Gosto de praia também, do contato com a natureza e, durante a semana, faço musculação e dança do ventre.

Quais lugares você visitou? Pode contar um pouco pra gente?

Já visitei alguns países e poder conhecer novas culturas é muito interessante. Em uma das ilhas que visitamos na Tailândia, ilhas Phi Phi, fiquei encantada com o visual e a culinária local, que é bem exótica. Também vi muitos gatinhos por lá e, como sou apaixonada por gatos, fiquei impressionada como eles e pelo fato de serem muito bem tratados. Há uma espécie de hierarquia felina naquele lugar (risos), os gatos ficam nas portas das lojas, como se fossem os proprietários…

Já em Phuket, tem uma rua específica que além do comércio local, com artigos, há muitos bares com shows e dançarinas sobre o balcão. Tem uma grande movimentação voltada para o entretenimento turístico sexual, inclusive fomos muito abordados para conhecer as apresentações de pingue-pongue show, realizada por strippers com bolinhas de pingue-pongue utilizando de movimentos de pompoarismo em suas cavidades vaginais.

Outra viagem que fiz recentemente foi para a Colômbia no início desse ano. Me senti muito acolhida, os Colombianos são bem parecidos com nós brasileiros, são festeiros, alto astral, divertidos, fazem de tudo para que você se sinta em casa. Mas também há assédio, principalmente na abordagem para compra de artigos, mas, como estava acompanhada, isso inibiu um pouco esse contato.

Praticamente em todos os lugares que visitei percebi o consumo legalizado da cannabis, o que é muito interessante. Tem várias lojas, óleos de CBD para tratamentos medicinais e eu sempre fico deslumbrada e pensativa ao perceber que estamos bem atrasados quanto a isso. Não sei como é feito o controle lá fora, mas vejo as pessoas com muita liberdade para consumir.

Viajei ainda par Curaçao no Caribe, com praias lindas e culinária bem deliciosa. É uma mistura de consumo com frutos do mar, carne de iguana (não consumimos) e café da manhã americano. Boa parte dos turistas são holandeses, e o idioma local é o papiamento, uma mistura de espanhol, português e neerlandês. É bem interessante, e difícil também…

Sanny, hoje qual é seu maior sonho?

Meu maior sonho é, além de ser reconhecida pelo meu trabalho, poder usufruir mais disso com as pessoas que amo. Também penso em ter um cantinho no meio do mato para me desconectar da loucura que é São Paulo…

Tenho muito projetos pessoais que também pretendo investir a médio e longo prazo, para ajudar a mudar um pouco a realidade de acesso das pessoas, e investir na causa animal, que já contribuo atualmente.

Eu venho de uma realidade de não muitos acessos, fui criada pela minha mãe, comecei a trabalhar aos 16 anos, e de onde eu venho as oportunidades eram escassas. Então penso em criar projetos profissionalizantes voltado a mulheres que tem esse acesso limitado.

Outro projeto que quero desenvolver é em apoio a causa animal. Quando cheguei em São Paulo em 2019, após 6 meses lancei minha marca de roupas femininas e tínhamos o projeto de doação de lucros. Sempre contribui, inclusive para pessoas independentes que fazem resgate e lar temporário para bichinhos em situações de risco.

Quais os desafios que encontra ao trabalhar nessa área? Se depara com muito preconceito?

Enfrentamos muito preconceito diário, apesar de sempre estar cercada de pessoas queridas, e meus seguidores serem uns fofos comigo. Ainda vejo o impacto, socialmente falando, quando compartilho que sou casada. Meu companheiro além de amigo me incentiva muito e minha família também. E isso causa muito espanto, pois é como se a mulher precisasse de permissão para viver seus desejos e conquistar os objetivos dessa maneira.

Como foi a aceitação das pessoas próximas que conhecem o seu trabalho?

Algumas pessoas se foram e foi doloroso ver essa partida, porque eram pessoas muito especiais, amizades de décadas, sabe? É difícil você ver aquela amizade na qual passou por tantas coisas boas e ruins juntos, te julgar por uma escolha. Mas aos poucos fui entendendo o processo, os ciclos, e novas pessoas incríveis chegaram… isso é muito valioso. Mas foram poucas também, já que muitas pessoas importantes ficaram e me apoiam até hoje.

Falando mais sobre a sua atuação na Wishme, quais são seus diferenciais? O que costuma deixar seu público “louco”?

Ah, eu amo essa plataforma! Sabe quando você se sente em casa? Abraçada? Sinto muito isso com toda a equipe, aprendo muito todos os dias e tive uma evolução gigantesca com a Wishme. Meu público ama meus conteúdos solo, a maioria vídeos, embora também tenha (material) acompanhada. Amo me exibir, então aproveito desse insight para atrair meu público para bem pertinho de mim.

Sanny, você possui alguma inspiração, um fetiche ou algo que costuma usar nos seus conteúdos para um público mais específico?

Eu amo saltos, preciso me dedicar mais aos conteúdos com os pezinhos… Em uma das versões sou a dominadora, no sentido de pôr uma lingerie especial. Gosto muito de usar harness e salto. Meus assinantes ficam loucos!

Sanny

Até hoje, qual o pedido mais inusitado que recebeu? E como você lidou com isso?

Olha, recentemente recebi um pedido para produzir um vídeo com peidos (risos). Confesso que não fiquei surpresa, porque além de já ter visto outras criadoras comentando sobre, estamos falando de fetiche né? É algo bem amplo. Mas não fiz, pois alguns conteúdos eu não produzo e foi uma forma de estabelecer um limite para mim.

Mas recebi um pedido exclusivo, que meu assinante pediu um vídeo específico, com lingerie preta e salto, sensualizando, e também me tocando, falando o nome dele. Foi interessante fazer. É prazeroso saber que a sua imagem incita e contribui com o prazer do outro, com desejo, pensamentos… por isso que amo meu trabalho.

Ainda existem muitos tabus em relação ao sexo. Na sua opinião Sanny, qual é o principal? Por exemplo, tamanho é documento?

Ainda tem muito tabu! Existe muitas limitações que estão enraizadas na mente das pessoas por inúmeros aspectos, sociais, religiosos e afins. Mas sinto que as pessoas estão buscando cada vez mais se libertarem sabe? E quem ainda não, está perdendo muito de explorar seus desejos, pois são seus e estão ali, só esperando a oportunidade.

E, para mim, tamanho não é documento! Mas desde que o outro consiga explorar as outras áreas do corpo, com uma boa preliminar, um bom oral… Eu tenho minhas preferências, mas penso que se o outro se esforçar, pode resultar em bons momentos de prazer para ambos.

E aí, gostou da nossa conversinha com a Sanny? Se você ficou com curiosidade e achou o bate-papo interessante, pode conferir o conteúdo exclusivo dela aqui na Wishme, que tal?

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