Confira uma super entrevista com Bibiane Haag, da Wishme!

Confira uma super entrevista com Bibiane Haag, da Wishme!

7 min

Trabalhar com conteúdo exige criatividade e audácia! Agora imagina ir mais além e estar à frente de um projeto ambicioso como ao da Wishme? Esse é o caso da Bibiane Haag, ou simplesmente Bibi Haag, que vem dando tudo de si para tornar a plataforma referência nessa área.

Bibi conhece o ramo e sabe de todos os detalhes que fazem a diferença para alcançar o sucesso, sendo uma conhecedora do assunto.  Afinal, ela sabe como uma boa plataforma vai ajudar quem está iniciando nesse nicho, sempre prezando pelo bem-estar e deixando as criadoras de conteúdo confortáveis.

Por isso, conversamos com Bibi Haag. Ela nos contou sobre sua experiência e como entrou para a Wishme! Vamos conferir esse bate-papo?

Como e quando começou a trabalhar com conteúdo adulto?

Comecei três anos atrás, quando um fotógrafo me abordou e falou como que era o trabalho. Ele foi meu assessor por um tempo, me ensinou como funcionava o mercado e me ajudou muito lá no início. Fui explorando e evoluindo em relação à exposição e à plataforma e hoje a Wishme é minha plataforma principal!

Como está sendo essa experiência? Sentiu ou ainda sente alguma dificuldade?

É muito gostoso trabalhar com conteúdo. Já trabalhei com outras coisas, sou formada em contabilidade e gestão financeira, trabalhei dez anos com contabilidade, em ambientes corporativos e multinacionais, gerenciando projetos e apurando impostos.

Até que cansei do meio corporativo e de como funcionavam as coisas. Senti que isso não fazia mais sentido para mim. Aí fui empreender. Tive uma marca de roupa por seis anos, mas acabei me separando da minha sócia.

Foi nessa época que o fotógrafo me abordou e convidou para eu começar a trabalhar com minha imagem. Então, gosto muito de trabalhar, mas sinto que a grande dificuldade é em buscar sempre um público novo, em relação à exposição nas redes, pois elas não permitem essa divulgação.

Qual foi o principal desafio?

Para mim, o principal desafio foi entender e aceitar o quanto eu ia abrir mão fazendo conteúdo. Tem muito julgamento, muitas pessoas não entendem. Eu moro em Porto Alegre, que é uma cidade que tem um pensamento mais atrasado em relação a isso. Em relação à minha família, a gente não gosta de decepcionar os nossos, com decisões que eles não concordam.

É um processo de entender que a gente vai tomar decisões na vida que vão desagradar os outros. Mas mesmo assim, é a nossa vida e a gente tem direito de fazer as nossas escolhas. Sempre tive o apoio dos meus pais, mas demorei a começar a me expor mais, aos poucos fui me libertando.

Fale um pouco sobre suas inspirações, seu diferencial, se tem algum fetiche, fique à vontade para falar sobre o que quiser a respeito disso

No meu conteúdo tem muita referência da época que eu trabalhava nas empresas. Então eu tenho uma pegada de colega de trabalho, a namoradinha do trabalho, a secretária… Isso tem bastante a ver comigo. Eu sofri muito assédio quando trabalha nas empresas e acabei pegando muitas referências em relação a essas coisas que aconteciam. Trago isso muitas vezes de uma forma até satírica no meu perfil. Os fetiches estão relacionados a isso, a escritório, com referências gringas.

Quais os cuidados que você tem em relação ao cenário, figurino e outros acessórios?

Isso pra mim é essencial e o nome disso é produção, o que diferencia o conteúdo, se ele vai ser bom ou bagaceiro. Então eu sou bem ligada nisso, na parte de cenário e em tudo o que aparece no que está sendo filmado. Nada é aleatório, tem que ter um motivo.

O figurino, o cenário, os acessórios, a iluminação, tudo passa mensagens. Algo que também me ajudou muito foi estudar sobre fotografia, para trazer mais qualidade ao material que eu faço. Sempre gostei muito de fotografar, então adoro ser modelo e já fui modelo de vários workshops de fotógrafos, fotografei para marcas e para isso é necessário trabalhar a imagem.

Já recebeu um pedido inusitado? O que de mais estranho já aconteceu?

Já recebi vários pedidos inusitados. Tem pedidos que já recebi, mas não faço. A gente recebe umas propostas bem loucas. Já me pediram o fetiche do balão, mas não faço pois acho que tem muita referência com festa infantil.

Já me pediram um conteúdo inusitado de cosquinhas, era para eu estar amarrada e alguém fazer cócegas em mim até eu não aguentar mais. Eu não precisava nem estar pelada! Era uma coisa meio desesperadora. E isso eu vejo que já é uma coisa ruim, pois não quero fazer nada ruim pra mim.

Não existe um valor para isso. Então eu não costumo ser muito aberta a pedidos personalizados, mas já atendi alguns. Por exemplo, tem clientes que gostam de mandar um roteiro pronto, parecem roteiristas de filme pornô… Acho legal ver que os homens tem uma liberdade muito grande, eles sabem do que gostam e o que querem ver. Às vezes a mulher que não trabalha nessa área fica mais distante dessa liberdade de falar sobre sexo.

Gostaria de saber mais sobre a plataforma, como surgiu a ideia e como foi possível torná-la realidade?

A plataforma surgiu com a idealização dos ‘malucos’ dos meus sócios (rsrsrs)… eles viram que era possível entrar nesse mercado para resolver alguns problemas de plataformas, falta de suporte, interface ruim, poucas ferramentas…

Diante dessas possibilidades e do conhecimento técnico dos meus sócios, eles idealizaram a Wishme. E perceberam que precisavam de alguém do mercado para ajudar nas coisas que eles não sabiam, já que eles eram envolvidos na área de TI e não tinham conhecimento de criador de conteúdo.

Foi onde eles me acharam, então eu fui convidada para ser embaixadora da Wishme há quase dois anos atrás e acabei gostando do projeto, adorei, vi o quanto a equipe é diferenciada, o quanto eles se importam, o quanto são abertos a ouvir sugestões e realmente ajudar as criadoras pra gente vender mais e ter realmente a plataforma como parceira.

Chamei minhas amigas e formei um time de pioneiras na plataforma, que testou e que deu sugestões antes do lançamento.

Quais dicas e orientações você dá para as pessoas que estão começando e qual o segredo para fazer sucesso e atrair um público fiel?

A primeira coisa é saber que você terá que abrir mão de algumas coisas. Depende se você quer mais dinheiro ou fama. Nem sempre uma coisa vem junto com a outra. Então, muitas vezes tu vai conseguir ganhar certo dinheiro, mas vai gerar uma fama local ou, se tudo der certo, nacional.

Não adianta começar e desistir, pois você vai ter queimado uma ponte. Se começou, tem que fazer dar certo. E pra fazer dar certo, tem que trabalhar! O nosso público-alvo é fácil de encontrar, fácil de convencer e as pessoas tem interesse em nosso produto.

Não é um produto caro, sendo um entretenimento acessível e para a maioria. Então a gente tem que entender que temos que criar conteúdo. Eu vejo que muitas vezes algumas criadoras tem dificuldade de entender isso. E o conteúdo não envolve apenas o conteúdo final, mas um conteúdo de toda a cadeia de funil de vendas.

Tu tem que atrair um público, criar um conteúdo de topo de funil, levar o público para o meio de funil e depois você vai trabalhar ele lá no final, e depois ainda tentar fazer ele recomprar. Tem muito a ver com ambição também. Quem tem mais ambição vai ter que fazer esse trabalho muito bem feito.

Não é só ficar esperando as pessoas assinarem. E tem muita coisa pra fazer para atrair o público. Ao mesmo tempo, tem que ver se o que tu tá apresentando está sendo atrativo. Vender entretenimento não é só vender foto pelada, a gente tá vendendo às vezes relacionamento, algo especial e tem muitas formas de chamar a atenção para efetivar uma venda.

Então, curtiu esse bate-papo com a Bibi Haag? Pode ter certeza, a escolha de uma plataforma eficiente, séria a responsável faz toda a diferença para quem quer trabalhar nessa área! E a Wishme se orgulha de agregar todas essas qualidades. Afinal, a sua embaixadora entende na prática como esse nicho funciona e está empenhada em facilitar a vida das criadoras de conteúdo!

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